
No preciso momento em que a visualizei, uma análise clínica e dissecante desta soou na minha mente.
Vejam as pequenas imagens espalhadas por esta piece of art.
Wild, Electric, Sexy, Delicious, Crazy, Latina, Power
Mas se ela canta em português o correcto é:
Selvagem, Eléctrica, Sexy, Deliciosa, Maluca, Latina, Poder.
Excepto pela última palavra, isto trata-se da descrição de uma bem qualificada mulher da vida. Obviamente que não é esse o conceito que se quer passar. Acho também piada ao facto de aparecerem 3 instrumentos que eu aposto os lençóis da minha cama, bem bons, em como ela não faz a mínima ideia como extrair som de tal maquinismo.
Outra parte do cartaz é LIVE TOUR. Porque há tours que não são live. Gravam e depois metem os fãs numa sala de cinema a ver o concerto. Até o 2012 é melhor que isso.
O look. Fui parar a esta imagem, não por ser leitor assíduo da revista Bravo (sei que desconfiaram) mas por carregar numa noticia em que se falava, entre outras coisas, disto:
Será Ana Malhoa uma referência para Rihanna?
Epá. Como é que eu vou falar disto? Não sei onde começar. Deixem estar, a frase também fala por si.
E depois há o título "POP CITY MUSIC". Pop city music? Porque não Rock Country Sounds? Ou ainda Techno Seaside Beats? O primeiro parece mesmo a melhor escolha, as alternativas não estão nada à altura.