Mais um acontecimento bizarro no Bairro Alto.
Tive num bar a ouvir blues e depois do concerto vim com o pessoal cá para fora. Estávamos mais ou menos em círculo. Tudo à nossa volta nos tentava prevenir para o que aí vinha mas nada o pôde impedir.
Um homem aproxima-se de nós, mete-se no meio do círculo, e cospe habilmente para o chão.
E segue caminho em frente, sem nos olhar.
Ora, o que é isto?
É UMA METÁFORA A CRITICAR A SOCIEDADE ELITISTA ACTUAL.
Amigos e amigas, aquele senhor estava-nos a dizer que a reclusão na sociedade leva ao degredo. Reparem que ele por momentos entrou no objecto criticado - o circulo/sociedade - agiu de forma chocante, quebrando as regras de etiqueta da mesma, e seguiu em frente, ignorando o mau olhar e a acusação moral que seria de prever dessa mesma society.
Aquele homem tentou-nos salvar da redoma em que vivemos. O caminho que tomamos na inter-vivência com o próximo é um mergulho no abismo! Nem todos os dias teremos messias como este a avisar-nos do nevoeiro que se vai instalar se o nosso padrão comportamental se mantiver!
MORAL DA HISTÓRIA: devia haver mais pessoas escarrantes naquelas ruas.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
quarta-feira, 10 de junho de 2009
A grande queda em frente
Acaba de chegar á esfera musica portuguesa uma notícia que pode abalar os mais fortes alicerces desta corrente cultural do nosso país.
Quim Barreiros, o deus do folk português, tomou as rédeas a uma possível carreira no mundo da música infantil, com o single "Os Pêlos do Coelhinho".
ACHO ISTO UM ULTRAJE E INICIO AQUI UMA PETIÇÃO PARA IMPEDIR QUE ISTO VÁ PARA A FRENTE.
Joaquim, como sabes se começares a fazer músicas para um público mais rejuvenescido em relação àquele que tu te tens habituado, o resultado pode ser desastroso.
Não podes ajavardar!
As canções vão ficar estúpidas!
A criatividade musical vai ficar presa às regras de etiqueta que imperam nas músicas direccionadas para o público mais novo!
As crianças não vão perceber as mensagens subreptícias que a tua mulher cuidadosamente deixa nas letras!
O mundo académico vai perder o respeito por ti! Vão-se acabar os arraiais!
Vais ter que cortar o bigode! (por uma questão de marketing)
Quim, não faças isso..
Quim Barreiros, o deus do folk português, tomou as rédeas a uma possível carreira no mundo da música infantil, com o single "Os Pêlos do Coelhinho".
ACHO ISTO UM ULTRAJE E INICIO AQUI UMA PETIÇÃO PARA IMPEDIR QUE ISTO VÁ PARA A FRENTE.
Joaquim, como sabes se começares a fazer músicas para um público mais rejuvenescido em relação àquele que tu te tens habituado, o resultado pode ser desastroso.
Não podes ajavardar!
As canções vão ficar estúpidas!
A criatividade musical vai ficar presa às regras de etiqueta que imperam nas músicas direccionadas para o público mais novo!
As crianças não vão perceber as mensagens subreptícias que a tua mulher cuidadosamente deixa nas letras!
O mundo académico vai perder o respeito por ti! Vão-se acabar os arraiais!
Vais ter que cortar o bigode! (por uma questão de marketing)
Quim, não faças isso..
domingo, 7 de junho de 2009
Anti-Gripal
Tem se falado muito da Gripe A. Eu não estou completamente a par mas sei que envolve porcos e pessoas e doenças modernas. Fala-se em coisas como PANDEMIA, criar uma VACINA, se a saúde nacional está realmente pronta para o que pode realmente ser qualquer coisa como uma PANDEMIA, montes de coisas.
Não sei qual o nível de preparação do sistema de saúde português, ou as suas condições para nos proteger do que quer que seja que aí vem.
Acho que o que é realmente importante é saber o que fazer QUANDO SE VÊ ALGUÉM DE MÁSCARA NA RUA, daquelas azuis.
Temos várias alternativas:
1 - Fugir e gritar "gripe suína!!" pela rua
2 - Evitar essa pessoa, mudando de passeio.
3 - Suster a respiração ao passar por ela.
4 - Pôr uma máscara também, para estar protegido da eventual doença que o outro tenha
5 - Pegar num carro blindado e atropelar a pessoa
6 - Fazer 5 + amarrá-la e atirá-la para o oceano
7 - 5 + trancá-la num caixote do lixo, deixando-o numa cave obscura
Ainda não sei qual destas é a melhor, só espero nunca ter de usar as menos civilizadas, como mudar de passeio. Isso, meus amigos, é discriminação gripofóbica, e estamos numa sociedade liberal em que todos os indivíduos têm que ser tratados como seres humanos iguais entre eles. Evitar o lado do passeio do griposo é qualquer coisa de muito rude.
Não sei qual o nível de preparação do sistema de saúde português, ou as suas condições para nos proteger do que quer que seja que aí vem.
Acho que o que é realmente importante é saber o que fazer QUANDO SE VÊ ALGUÉM DE MÁSCARA NA RUA, daquelas azuis.
Temos várias alternativas:
1 - Fugir e gritar "gripe suína!!" pela rua
2 - Evitar essa pessoa, mudando de passeio.
3 - Suster a respiração ao passar por ela.
4 - Pôr uma máscara também, para estar protegido da eventual doença que o outro tenha
5 - Pegar num carro blindado e atropelar a pessoa
6 - Fazer 5 + amarrá-la e atirá-la para o oceano
7 - 5 + trancá-la num caixote do lixo, deixando-o numa cave obscura
Ainda não sei qual destas é a melhor, só espero nunca ter de usar as menos civilizadas, como mudar de passeio. Isso, meus amigos, é discriminação gripofóbica, e estamos numa sociedade liberal em que todos os indivíduos têm que ser tratados como seres humanos iguais entre eles. Evitar o lado do passeio do griposo é qualquer coisa de muito rude.
domingo, 31 de maio de 2009
ANA MALHOA NUA NA REVISTA PLAYBOY
Agora que consegui a vossa atenção, vamos falar de coisas desinteressantes.
Os exames não me largam é certo. E são um tema recorrente nos dias que correm. Dias esses de calor, completamente anti-exames, a não ser que exames = praia.
Há uma certa probabilidade de conseguir fazer os exames todos na 1ª fase. Ou seja, férias a 4 de Junho!! Fazendo a proeza de atirar-me de cabeça para dois exames com uma hora de diferença, no mesmo dia, falta-me só um, infelizmente o mais difícil.
Contudo, sou o único do meu grupo de amigos a poder sonhar com este pequeno grande feito no momento. Caso este sonho se cumpra, é isto que vai acontecer:
1) Irei todos os dias à faculdade perguntar-lhes como está a correr o estudo, fazer-lhes companhia a ler um livro ou a ver umas séries.
2) Irei à praia de manhã, e depois à faculdade à tarde, para exibir o meu bronze. De destacar que a roupa que levarei vestida para as salas de estudo será chinelos, fato de banho e uma t shirt veraneante!
3) Vou-me estar sempre a queixar de que não tenho nada para fazer e a propor iniciativas que sejam: ir ao cinema, dar uma volta, passear, jogar à bola, tudo o que envolva puro lazer (quantos mais nãos levar, mais persistente serei.
Isto faz-me lembrar um pequeno livro que já vi à venda cuja sigla do título seria FDP, em que se descreve todo um tipo de acções de um homem sem escrúpulos no dia-a-dia para com os amigos, colegas, família, mundo em geral. Não me estou a lembrar de mais coisas, mas quem souber avise visto que vou ter que ocupar o meu tempo de alguma forma além de tocar guitarra, ver séries e comer.
sábado, 23 de maio de 2009
Lisboa menina e moça
É estranho ver a cidade de Lisboa envelhecer à medida que chegam os exames. Os jovens deixam de vir à rua, para ficar enclausurados no seu espaço doméstico, ou num qualquer antro de estudo, para lutarem, muitas vezes, pela mera passagem de ano.
Anda-se pelas ruas de Lisboa e perde-se o espírito juvenil de zonas como a Baixa, em que pessoas com menos de 25 anos deixam de frequenta-la. Tenho uma proposta para combater esta desertificação das ruas!
IGNORAR BOLONHA
Ora parece que anda aí um senhor tratado a encurtar a duração dos cursos. TÁ MAL. A maior parte das faculdades entraram nesse negócio mas há que por os pontos nos y's. É muito simples na verdade: basta continuar a fazer o curso em 4/5 anos, ignorando os novos 3/4. Se toda a população estudantil começar a fazer isto, o nosso ministério da educação vai pensar:
"Epá estas estatisticas é que não pode ser. Vamos voltar ao formato antigo para ser uma coisa que sim senhora"
E elimina-se habilmente o insucesso universitário. E assim já não nos temos que aprisionar com livros durante dias bonitos de sol. Maldito bicho, que não deixa estudar. É isso e o blogger..
Anda-se pelas ruas de Lisboa e perde-se o espírito juvenil de zonas como a Baixa, em que pessoas com menos de 25 anos deixam de frequenta-la. Tenho uma proposta para combater esta desertificação das ruas!
IGNORAR BOLONHA
Ora parece que anda aí um senhor tratado a encurtar a duração dos cursos. TÁ MAL. A maior parte das faculdades entraram nesse negócio mas há que por os pontos nos y's. É muito simples na verdade: basta continuar a fazer o curso em 4/5 anos, ignorando os novos 3/4. Se toda a população estudantil começar a fazer isto, o nosso ministério da educação vai pensar:
"Epá estas estatisticas é que não pode ser. Vamos voltar ao formato antigo para ser uma coisa que sim senhora"
E elimina-se habilmente o insucesso universitário. E assim já não nos temos que aprisionar com livros durante dias bonitos de sol. Maldito bicho, que não deixa estudar. É isso e o blogger..
domingo, 17 de maio de 2009
Ganda fraude
Isto é giro.
"Tentativa fraude $50MM dos EUA para Portugal em investigação
"Tentativa fraude $50MM dos EUA para Portugal em investigação
As autoridades portuguesas estão a investigar uma tentativa de transferência de 50 mil milhões de dólares (36,6 mil milhões de euros) a partir do JP Morgan Chase, nos EUA, para Portugal, naquela que, se resultasse, seria a maior fraude de sempre no país."
Foi uma mulher, que chegou a um banco, de modo a iniciar esta transferência, a sua atitude ao fazê-lo e mais umas coisas que já não me lembro que levantaram as suspeitas.
São notícias como esta que me fazem pensar na minha mesada. Será muito, será pouco? Ora, acho que vou partir do princípio que é pouquinho, não é? Também penso na resposta que dou à pergunta "Quanto gastaste na queima" que é " à volta dos 40 euros". De seguida há aquela careta deu quem sente o vazio na carteira.
MAS C'UM CARAÇAS O QUE É QUE EU NÃO FAZIA COM 50 MIL MILHÕES DE DÓLARES.
Acto 1 - comprava o Benfica
Acto 2 - uma marquise no quarto
Acto 3 - ir às compras a.k.a. secção de consolas/jogos da fnac
Acto 4 - fazer download da internet inteira (malditos limites de tráfego)
Acto 5 - alcatifar o meu bairro
Assim sim.
domingo, 10 de maio de 2009
Ser europeu é ter na alma a chama imensa
Acabo de formular uma teoria que cruza conhecimentos na área da ciência política e na esfera estatistico-social.
Como sabem vêm aí eleições europeias!! As primeiras eleições em que voto. E o que é que sucede? Sou raptado, 4 indivíduos(...)
Não. O que acontece é que a taxa de abstenção diz-se ser muito grande este ano. A portuguesa será inferior à média europeia, que é 85% em alguns países.
Ora estão a ver aquela lengalenga de que cada voto é importante, um voto faz a diferença, bla bla bla? Agora que somos poucos a votar isso faz sentido!! O meu voto terá sem dúvida um impacto muito mais significativo do que teria à 5 ou 6 anos atrás.
A teoria é: "Quanto menor o rácio População-Que-Não-Se-Abstem-E-Finge-Gostar-De-Política-Ou-Acredita-Que-Isto-Realmente-Funciona-Com-Eleições / População Votante , maior o impacto individual de cada voto."
Para os menos cultos no saber politico-parvo, isto quer dizer que quase me vão pagar para votar nisto. É um negócio a explorar. Sim, sou um visionário.
Por outro lado, que se abstém ou vota em branco está a ficar cada vez mais batido e comercial. Vota-se tão pouco hoje em dia que votar é Avant-Gard. Votar é um pensamento que quebra com as tendências do seu tempo. Votar é Bairro Alto aos sábados. Votar é arte moderna. Quem vota é marginal e faz parte de uma estranha minoria de pessoas.
É nesta corrente de pensamentos que apresento outra ideia política. A fundação do Partido Popular da Abstenção. Da zona do extremo-centro. Votar neste seria um mau partido.
P.S. - Há uma piada de linguagem na última frase.
Como sabem vêm aí eleições europeias!! As primeiras eleições em que voto. E o que é que sucede? Sou raptado, 4 indivíduos(...)
Não. O que acontece é que a taxa de abstenção diz-se ser muito grande este ano. A portuguesa será inferior à média europeia, que é 85% em alguns países.
Ora estão a ver aquela lengalenga de que cada voto é importante, um voto faz a diferença, bla bla bla? Agora que somos poucos a votar isso faz sentido!! O meu voto terá sem dúvida um impacto muito mais significativo do que teria à 5 ou 6 anos atrás.
A teoria é: "Quanto menor o rácio População-Que-Não-Se-Abstem-E-Finge-Gostar-De-Política-Ou-Acredita-Que-Isto-Realmente-Funciona-Com-Eleições / População Votante , maior o impacto individual de cada voto."
Para os menos cultos no saber politico-parvo, isto quer dizer que quase me vão pagar para votar nisto. É um negócio a explorar. Sim, sou um visionário.
Por outro lado, que se abstém ou vota em branco está a ficar cada vez mais batido e comercial. Vota-se tão pouco hoje em dia que votar é Avant-Gard. Votar é um pensamento que quebra com as tendências do seu tempo. Votar é Bairro Alto aos sábados. Votar é arte moderna. Quem vota é marginal e faz parte de uma estranha minoria de pessoas.
É nesta corrente de pensamentos que apresento outra ideia política. A fundação do Partido Popular da Abstenção. Da zona do extremo-centro. Votar neste seria um mau partido.
P.S. - Há uma piada de linguagem na última frase.
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